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Dicas para diferenciar o Vinho falso de um Original

Você já se perguntou se o vinho que estava tomando era realmente autêntico? Assunto pouco conhecido por grande parte da população, o mercado de vinhos falsos já movimentou valores que chegam a bilhões de dólares no mundo.

Assim como todos os itens de valor, como roupas, bolsas e eletrônicos, os vinhos também se tornaram alvos de falsificações que atingem tanto os vinhos raros, quanto os comerciais. Misturas entre vinhos e aditivos usam de safras inferiores e até mesmo adulteração completa de garrafas e rótulos está entre as falsificações mais comuns no mundo dos vinhos.

Quer entender um pouco melhor sobre como diferenciar um vinho falso de um original? Abaixo separamos algumas dicas!

Detalhes básicos

De início, alguns cuidados básicos exigem conhecimentos mínimos e estão ao alcance de todos sem grandes esforços. Verificar a presença de números de série, a ortografia das escritas, informações faltantes e demais aspectos gerais da garrafa podem flagrar, logo de início, uma possível falsificação.

Cruzar informações da rolha e do rótulo também pode ser útil para identificar falsificações menos cuidadosas. Há ainda, a possibilidade de identificar se as informações sobre safra e tamanho da garrafa são condizentes com o histórico do vinho. Verificar se determinada safra realmente existiu e se o produto foi, de fato, comercializado naquele volume durante aquele ano, podem desmascarar incorreções históricas.

Lâmpadas ultravioletas na etiqueta

Luzes ultravioletas são frequentemente utilizadas para avaliar a autenticidade de vinhos antigos. Isso porque o uso de agentes químicos para clarear a cor das etiquetas começou a ser realizado na década de 1950. Esses agentes brilham quando colocados sob luz ultravioleta.

Por outro lado, rótulos de vinhos produzidos antes da década de 1950 não possuem esses agentes químicos, fazendo com que não haja qualquer efeito sob a luz ultravioleta. Portanto, se um rótulo de um vinho da década de 1940 brilhar sob a luz ultravioleta, é possível que ele esteja adulterado.

Envelhecimento da etiqueta

Outra observação que diz respeito à etiqueta é relacionada ao envelhecimento. Em vinhos autênticos, a oxidação ocorre de maneira constante em toda a área etiqueta. O rótulo não vai, por exemplo, ser oxidado em apenas um dos cantos. Por outro lado, rótulos falsificados podem apresentar marcas de gotas e respingos irregulares visando simular a oxidação.

Sedimento

Garrafas guardadas deitadas por muitos anos apresentam pequenas partículas acumuladas na parte mais baixa do líquido, chamadas de sedimento. O sedimento de um vinho autêntico costuma revelar sobre o tempo de armazenamento e tende a se dispersar conforme a garrafa for movimentada.

Alguns falsificadores tentam imitar, através do calor, o sedimento nos vinhos falsificados. Nesses casos, no entanto, o sedimento costuma ficar pesado e imóvel, evidenciando um processo artificial.

Marcas na cortiça

Uma cortiça que está em contato com o vinho tinto por décadas irá, naturalmente, ter uma marca forte e profunda originada pela bebida. Como os vinhos são armazenados deitados, a marca deverá se estender até o topo da rolha. Identificar possíveis marcas nas laterais das cortiças também pode ajudar a desmascarar adulterações realizadas a partir de um tipo especial de abridor.

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